Capítulo 144 - Murphy contra-ataca
Sexta-feira, Murphy deliberadamente resolveu me punir por postar contos fofinhos no meu blog. Só pode ter sido essa a razão pra tamanha onda de azar a qual fui acometida. Ou foi isso ou foi o atípico despertar cedo de bom humor. Aaaah, não acreditam? Aaaaah, vocês acham que eu estou exagerando, né? Pois bem, eu conto pra vocês.
Chego na faculdade logo cedo para executar meu ensaio. Após a colocação de todos os aparelhos, fui ligar meu laptop, já que a aquisição dos dados é digital, e descubro que a bateria está baixa. Resolvo pegar a extensão para ligar o carregador e o carregador resolve não ligar. Dou uma viradinha no fio pra lá e pra cá pra ver se era problema de mau contato. Não era. Testo em outras tomadas. Nada.
Ok, vamos apelar.
Fui falar com meu orientador, que entende de eletrônicos e afins. Ele abriu o carregador e chegou ao mui otimista diagnóstico: "Xiiii, melhor comprar outro." e me emprestou o laptop dele para fazer o ensaio. Liguei o laptop, instalei o programa de aquisição de dados, conectei o aparelho de aquisição de dados, liguei-o na tomada de 220 V e queimei o aparelho.
Aí você me diz que essa não foi azar, foi burrice, mas em minha defesa eu sempre uso AQUELA extensão pra ligar AQUELE aparelho e ela sempre está ligada na tomada 110 V. Acontece que alguém resolveu usar a extensão para ligar uma aparelho 220 V e deixou lá. Show!
Isso não foi um problema muito grande pro ensaio pois ainda poderia fazer a aquisição de dados manual. Não que seja divertido fazer leituras de 5 em 5 minutos por 3 horas e meia, com o horário do almoço no meio, mas a man gotta do what a man gotta do.
Ok, vamos apelar.
Fui falar com meu orientador, que entende de eletrônicos e afins. Ele abriu o carregador e chegou ao mui otimista diagnóstico: "Xiiii, melhor comprar outro." e me emprestou o laptop dele para fazer o ensaio. Liguei o laptop, instalei o programa de aquisição de dados, conectei o aparelho de aquisição de dados, liguei-o na tomada de 220 V e queimei o aparelho.
Aí você me diz que essa não foi azar, foi burrice, mas em minha defesa eu sempre uso AQUELA extensão pra ligar AQUELE aparelho e ela sempre está ligada na tomada 110 V. Acontece que alguém resolveu usar a extensão para ligar uma aparelho 220 V e deixou lá. Show!
Isso não foi um problema muito grande pro ensaio pois ainda poderia fazer a aquisição de dados manual. Não que seja divertido fazer leituras de 5 em 5 minutos por 3 horas e meia, com o horário do almoço no meio, mas a man gotta do what a man gotta do.
À parte disso, eu ainda tinha outro problema a resolver: eu não tinha terminado de preparar a aula de inglês para aquela tarde, e o que eu tinha estava no meu computador sem bateria. Dei uma ligada de emergência pro cunhado que tem o carregador compatível com o meu e fui pegá-lo emprestado na casa dele.
Já no seu prédio, subindo até o sétimo andar, o elevador parou entre dois andares. Rapidamente ele voltou a funcionar e parou onde deveria, mas todo mundo sabe que mau funcionamento de elevador é um atestado quase escrito de bad vibes.
Já no seu prédio, subindo até o sétimo andar, o elevador parou entre dois andares. Rapidamente ele voltou a funcionar e parou onde deveria, mas todo mundo sabe que mau funcionamento de elevador é um atestado quase escrito de bad vibes.
Peguei o carregador e fui correndo pra casa. A essa altura do campeonato, meu cronograma já estava tremendamente atrasado e tinham me sobrado imensos 25 minutos pra terminar a aula, imprimir tudo, xerocar e sair correndo de novo para o ponto de ônibus. Ligo o carregador na tomada e no computador, aperto o botãozinho mágico do Power e o lindo do Windows resolve fazer uma reparação de emergência que tomou 10 dos meus preciosos 25 minutos pra fazer a aula.
Depois de toda essa novela, fui buscar uma figura que precisava pra exemplificar a matéria e a internet resolveu brincar de pique-tartaruga, demorando uns 5 minutos pra abrir a página dos resultados da busca do Google. Enquanto minha querida amiga não se decidia se queria ou não trabalhar, eu resolvo adiantar meu lado e imprimir e xerocar o que já estava pronto.
Depois de toda essa novela, fui buscar uma figura que precisava pra exemplificar a matéria e a internet resolveu brincar de pique-tartaruga, demorando uns 5 minutos pra abrir a página dos resultados da busca do Google. Enquanto minha querida amiga não se decidia se queria ou não trabalhar, eu resolvo adiantar meu lado e imprimir e xerocar o que já estava pronto.
Agora, se fosse um episódio de Seinfeld e eu fosse o George Constanza, as coisas não poderiam dar mais errado do que deram porque, pra premiar o dia a minha impressora resolveu fazer A LOUCA. Pirou, começou a pegar e cuspir folha em branco, imprimir uns símbolos muito loucos em algumas. Deu piti!
Respirei fundo. Desliguei a impressora. Reiniciei o computador. Achei a figura. Imprimi tudo. Sai correndo pro ponto de ônibus. Cheguei atrasada na aula.
Respirei fundo. Desliguei a impressora. Reiniciei o computador. Achei a figura. Imprimi tudo. Sai correndo pro ponto de ônibus. Cheguei atrasada na aula.
Comentários
Achei engraçado, ri muito, e fico feliz que Murphy tenha voltado a t abençoar. Mas isso é o de menos. Quero permanecer inteiro. Por favor, em nome dos filhos q ainda n tive
As tomadas 127 e 220 em Campinas são todas iguais? Aqui as de baixa tensão são essas normais que a gente sempre usou, e as de tensão mais elevada são aquelas com pinos tortos, típicas de condicionadores de ar. (condicionadores de ar é a expressão escolhida por alguém que não sabe pra onde foi o hífen com o novo acordo ortográgico)