Capítulo 1 - O Início

Pois é...

Hoje eu estranhamente me vi com uma vontade enorme de escrever. E não só escrever e guardar, tipo um diariozinho de uma menininha de 9 anos, mas fazer um blog. Na verdade eu acho que sempre tive essa vontadezinha meio enrustida aqui dentro, só não pus em prática antes por alguns motivos.

O primeiro é porque na época que isso tudo surgiu (e olha que faz tempo, heim) isso aqui era uma modinha dos infernos. Não, não se assuste leitor. Eu não sou mais uma daquelas "patys" pseudo-rebeldes ou pseudo-anti-sistemas ou pseudo-qualquer-merda. Eu só odeio ser encaixada num grupo ao qual não pertenço. E uma coisa que eu sei é que não pertenço ao grupo das pessoas que segue modinha (mas esse papo rende... é melhor deixar pra outro dia).

Outro motivo (na verdade acho que acabava sendo uma conseqüência do primeiro) era que iam acabar descobrindo-o. E comentando nele. E comentando sobre ele (comigo ou com outrem). E no final eu ia me sentir tão vigiada que ia acabar por filtrar tudo que escrevia. Inconscientemente, ou não.

Mas, sim, se eu não queria que as pessoas lessem por que fazer um blog? Calma, eu ainda não quero que as pessoas leiam. Não vou por o endereço dessa merda no meu orkut nem nada do gênero. Se você está lendo isso aqui, considere-se privilegiado por eu ter falado ou feito uma pequena menção sobre o meu blog com você. Também não pense ser excluído se eu falar que fiz um blog e você vir que ele existe há uns 6 meses. Pretendo escrever uns 10 capítulos antes de comentar com qualquer pessoa.

Agora... se você descobriu meu blog por acaso... Hum... Seja bem-vindo, meu nome é Raquel. Mas depois eu falo mais de mim mesma. O que eu apreciaria da sua parte, estranho leitor, seria o seguinte: se você não gostou de mim nem do meu blog, foda-se, eu não ligo pro que você pensa. Não precisa me avisar que não gostou. Sério. Sua opinião não vale absolutamente nada pra mim. Sério mesmo.

Se você não me achou tão chatinha nem idiotinha como as pessoas hoje costumam ser, e se você quiser deixar um comentário... sinta-se à vontade, eu vou respondê-los. Não vejo problema algum em conhecer mais pessoas. Só, por favor, não deixe mensagens-padrão do estilo fotolog: "Adorei seu blog. Tá add. Passa no meu. Bjuxxx". Eu não gosto de mensagens-padrão. Muito menos de pessoas-padrão procurando amizades-padrão ou se esforçando ao máximo pra passar uma imagem-padrão (deixa esse papo pra outro dia também).

Mas se você sobreviveu até aqui, caro leitor, então antes que você perca mais um dia lendo o meu blog e se desiludindo posteriormente, eis algumas considerações a respeito do mesmo e de mim:

- Eu não vou escrever sobre a atual conjuntura da política de relações internacionais do Brasil e nem nada do tipo. Na verdade eu nem sei se essa frase que eu escrevi faz algum sentido. Eu odeio política, políticos, politicagem, politiconomia, de qualquer espécie. Mas adoro neologismos;
- Meus textos podem começar com um assunto e terminar em outro completamente diferente. Não pretendo seguir um plano. Vou escrever o que me vier à cabeça, relendo depois só pra corrigir os possíveis erros de português e/ou digitação;
- Justamente por escrever sem filtrar que você pode acabar por me considerar egoísta/escrota/mimada/qualquer-coisa-do-gênero. Como eu já disse, foda-se;
- Sim, vão haver muitos erros de grafia, concordância ou até semântica. Caros amigos, eu faço faculdade de engenharia e não de letras. Não que eu defenda a completa alienação de outras áreas, mas o foco principal desse blog não é escrever bonito, muito menos de forma pedante (sim, são completamente diferentes). Na verdade eu nem sei qual o foco principal desse blog;
- Eu sou uma pessoa meio instável e completamente paradoxal. Uma hora penso de um jeito, outra hora de outro, às vezes completamente diferente. Depende muito do meu estado de espírito, das coisas que vivenciei naquele dia e principalmente do meu humor;
- Sim, eu sei bem como eu sou. Consigo me julgar perfeitamente. Não preciso que ninguém faça uma análise da minha personalidade por aqui, obrigada;
- Eu tenho um hábito (ou uma característica, sei lá) de falar o que eu penso. Tento fazer isso de uma forma bem sutil na maior parte das vezes, mas em algumas isso se torna meio impossível. Não se sinta diretamente atingido, muito menos tome as dores de outras pessoas. Nada aqui é pessoal (a não ser que eu deixe isso bem explícito).

Bom, acho que minhas considerações acabaram (hoje). Vou deixar algo pra escrever amanhã, senão o esse arquivo de texto aqui não vai caber no meu HD. Uma boa noite e até amanhã quando eu me cansar de paciência spider de novo.

Comentários

Unknown disse…
Olá Raquel, a sua amiga Helena, que trabalha comigo, foi quem me indicou seu blog.
Adorei o capítulo 1, e como sou chatinha (ou gosto de uma certa cronologia), vou ler de trás pra frente...Então vão surgir comentários em posts meeeeeeeeeeega antigos...

beijão

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